sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Jamie Cullum - Blame it on my youth

"If I expected love, when first we kissed, blame it on my youth
If only just for you, I did exist, blame it on my youth
I believed in everything
Like a child of three
You meant more than anything
You meant all the world to me

If, you were on my mind, all night and day, blame it on my youth
If, I forgot to eat, and sleep and pray, blame it on my youth
If I cried a little bit, when first I learned the truth
Don’t blame it on my heart, blame it on my youth"



Isto do Inverno e do espírito que se vive por agora só me faz ouvir músicas destas. Daquelas que se ouvem de camisola de lã, debaixo de um cobertor, à frente da lareira acesa enquanto chove a potes lá fora. Com aquela pessoa ao lado.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Hoje foi uma daquelas noites em que, por um momento, não podia sentir mais orgulho por estar onde estava, com quem estava. Um momento, que na sua simplicidade, me encheu o espírito por estar aqui, por estar em Arquitectura.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Ladies and Gentlemen:

Apresento-vos o vídeo que um dia mudou a minha maneira de viver.

sábado, 13 de dezembro de 2008

domingo, 16 de novembro de 2008

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Eh pah, foi ontem. E eu nem sequer estive lá. Eu não vivi uma das noites mais mágicas de sempre.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Esta música, este vídeo, dá-me vontade de ser feliz.


sábado, 25 de outubro de 2008

Começo a achar que o meu pai perdeu os pontos finais algures no seu vocabulário e agora só consegue construir frases acabadas com pontos de interrogação.

domingo, 19 de outubro de 2008

"Crescendo num meio hostil dificilmente aprendemos a perdoar, encaramos o erro como um fim. Vivendo em cima do risco dificilmente aprendemos a errar, sabemos que temos que cumprir, sabemos que não podemos falhar. Viver tremendo não aprendendo a arriscar, temendo desobedecer por ter medo de pagar. Recalcando ódio e veneno, deixando de ter voz para gritar. Alguém que diga “ódio não gera ódio”. Alguém que me diga que não pode odiar. Toda gente tem medo de um dia ter medo de não poder parar de gritar."

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Olhares.

www.olhares.com/SusanaP


Agora dei em ter a mania que sei fotografar. Sugestões e críticas, aceitam-se!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Sorriso. Porquê? Por motivos.

sábado, 27 de setembro de 2008

"E com um brilhozinho nos olhos
Ficámos parados
Depois do que não te contei"

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

sábado, 6 de setembro de 2008

Who's gonna save my soul?



- I really treasure your friendship so much... Hello! Are you even listening to me?
- No.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Koop Island Blues




Hello my love
It's getting cold on this island
I'm sad alone
I'm so sad on my own
The truth is
We were much too young
Now I'm looking for you
Or anyone like you

We said goodbye
With the smile on our faces
Now you're alone
You're so sad on your own
The truth is
We run out of time
Now you’re looking for me
Or anyone like me

Na na na na…

Hello my love
It's getting cold on this island
I'm sad alone
I'm so sad on my own
The truth is
We were much too young
Now I'm looking for you
Or anyone like you


Identifico-me com todas as notas desta música. As notas que me fazem querer dançar enquanto as lágrimas vão caindo. O ambiente tão bonito e ao mesmo tempo tão pesado e triste que se faz sentir do princípio ao fim é inexplicável. Só ouvindo. E o vídeo reflecte isso tão bem.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008


Hoje gritei.

Desde pequena que a palavra "carrossel" por si só me fascina. As cores, as emoções, os cheiros e as vivências das feiras típicas em que se encontra ainda este género de diversão. E sempre quis ir pelo pior, aquele que me pudesse deixar mais mal disposta, que me fizesse tremer mais e que me fizesse de todo questionar a decisão de ter embarcado na viagem. E hoje fiz o mesmo.
Mas hoje gritei. Depois dos primeiros rodopios perdidos no ar pelo meio da cor, confusão e som, os gritos que de todos se misturam com os de todos deixaram de ser gritos. Passaram a ser gritos. E cá para fora foi saindo: o choro contido, a raiva, a frustração, a tristeza maciça, a desorientação, a resignação forçada, o enlouquecimento progressivo... todos os gritos que tenho tido tanta vontade de dar e não posso, porque esse enlouquecimento que sinto a progredir seria detectado demasiado cedo pelos que acham que "sanidade mental" é o que a sociedade aceita.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Há uns tempos comprei uma edição super barata com todos os grandes clássicos do fenomenal Tom Jobim. Nos primeiros dias não ouvi assim tanto como até pensava que ia ouvir. Mas de há uns dias para cá tornou-se obrigatório de trazer no carro a tocar outra e outra vez. Especialmente nos dias que tenho passado ultimamente não tenho conseguido parar de ouvir uma das músicas em especial. Acabava e eu voltava a pôr. Se ia a meio, eu punha no inicio outra vez para ouvir "aquela parte" novamente. A "número 5" do primeiro cd da edição que comprei tornou-se na minha companheira. De alguma maneira, sem qualquer letra nem voz, expressa tudo aquilo que sinto e que se tem prendido cá dentro, num misto de dor com... talvez mais dor ainda.

E hoje à procura na caixa do cd apercebi-me de que a música se chama "Eu não existo sem você."



Haverá maior perfeição na música do que esta conseguir expressar todos os sentimentos de alguém que a ouve sem uma única palavra?

sábado, 2 de agosto de 2008

É quando o mundo nos cai em cima que notamos que não é assim tão pesado como pensávamos ser.

sábado, 26 de julho de 2008

Won't save me? (demorei muito mais tempo que o habitual para escrever esta simples frase)

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Bem, mas estranho seria falar desse novo colanço meu sem referir as outras aventuras filmográficas em que me tenho empenhado, dado a ausência de certas pessoas pela cidade e o calor exagerado para andar por aí na rua sem água por perto. De domingo para cá tenho actualizado o meu conhecimento nessa área, com:

"Closer" - sim, sim, deu na televisão no domingo à noite, na bela da sic. E eu gostei mesmo. Bons actores, sem dúvida (e actores bonnnssssss...). Fiquei vidrada na frieza, naturalidade e frontalidade dos diálogos. E o fim... Oh, o fim...


"Innocence" - um filme comprado porque era mais baratinho e tinha uma capa interessante. No mínimo estranho. Não sei bem o que dizer, é sobre um internato de raparigas bastante misterioso, no meio do nada e com regras muito rígidas. Do príncipio ao fim um ambiente complicado de descrever, poderia dizer de algum modo mórbido... E depois, pelo menos para mim, perguntas que ficaram por responder. Aquilo que se parece ir tornando muito complicado acaba por se revelar demasiado simples para o que parecia... Portanto, um filme que me inquietou e que me deixou vontade de ver outra vez!


"Death Proof" - ontem, e sim, merece um lugar destacado no post anterior!

E para hoje?

"Alpha Dog"

DEATH PROOF

Como é que é possível só ter visto este filme agora? Admito a falta, sim senhor, mas ainda não tinha tido mesmo a oportunidade.




Death Proof: hoje, em casa de uma amiga, com outra amiga, com calor, às escuras e em ambiente descarado, estúpido e desbocado. Ahahahah, como é bom. E como foi bom o filme. Digo aqui que amei e entrou directamente para a lista dos meus filmes preferidos.

domingo, 20 de julho de 2008

"If you love me
Why'd you let me go?"
"If you love me
Won't you let me know?"

Fanfarraaaaaa

Confesso que este ano o Tom de Festa não foi propriamente aquilo que eu estava à espera. Não por causa dos nomes serem conhecidos ou não conhecidos, dado que nos anos anteriores sempre assim foi, o cartaz nem sempre via a sua qualidade imensa reflectida no facto de serem nomes que toda gente conhecesse. No entanto este ano não consegui ver, no geral, a folia que esperava ver. Pensei ser defeito meu, mas pelo menos várias pessoas cuja opinião levo em consideração disseram-me o mesmo.
De qualquer maneira, não iniciei este post com tenções de demonstrar a minha desilusão, mas sim de elogiar um dos concertos do festival. Na quinta-feira tive o privilégio de assistir a um concerto que penso ter concentrado em si mesmo toda essa folia que eu esperava ver. A Fanfarra Káustica animou o recinto nos intervalos dos outros concertos desse dia e teve o seu próprio espaço como "atracção" final. Não há muitas palavras para descrever a euforia que se vive num concerto assim, com pouco espaço, já tardio e onde toda gente se conhece, mesmo que não conheça. A partir de uma certa altura, o recinto já só se iluminava com pouquíssimos focos, as pessoas tinham começado a desaparecer e restavam apenas aqueles que deixavam os seus corpos (e mentes) levar-se pelo ritmo indescritível da Fanfarra. E no meio de gritos de amigos, meus e da Fanfarra, da Fanfarra e de todos os outros, e com o ambiente que esses factores foram criando, senti-me mesmo como alguém privilegiado de estar ali, de assistir àquele espectáculo que poucas pessoas estavam a presenciar, de sentir aquele ambiente de despreocupação e de dança, simplesmente. Estão a ver aquela sensação que se tem quando se está nalgum sítio a ver alguma coisa e se sente que tivemos sorte em estar ali naquele momento para poder sentir aquilo mesmo? Nessas alturas não tenho grandes problemas na vida.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Confesso que no que toca a Coldplay, sempre fui um bocado céptica. Quer dizer, admiro imenso a banda e sempre que se fala de tal, elogio de todas as maneiras. Suspiro cada vez que vejo o Chris Martin cantar (quando aparece calado também suspiro). Acho que os contínuos grandes êxitos que vão lançando merecem realmente ser "êxitos", dado (na minha opinião, claro) conseguirem manter um nível de qualidade que na grande maioria das bandas deixa de ser importante quando estão naquele patamar de sucesso e reconhecimento que todos sabemos. O que interessa é facturar. Pois Coldplay para mim está nesse patamar e no entanto faz coisas bonitas.
Apesar disso, raramente ouço, porque acabo sempre a dizer que não tenho paciência. Podem-me ouvir dizer que "Clocks" é um grande, grande tema, mas raramente o ouvi até ao fim. São coisas. E esse ainda é um tema de há anos e anos atrás. Pelo que pensei, ao ouvir tantas referências ao lançamento do novo álbum "Viva la vida and death and all his friends", que fosse qual fosse o novo grande tema, eu iria provavelmente ouvi-lo no máximo duas vezes. E ainda cheguei a temer essa perda de qualidade, em vista de tanto falatório que por aí houve.
No entanto, e ainda mal ouvi o álbum inteiro, já descobri uma música que vai ficar. Que já ouvi bem mais de duas vezes num espaço de tempo bastante curto. Chama-se "Strawberry swing" e os primeiros segundos transportam-me imediatamente para o lugar mais pacífico do mundo, que de cada vez que a ouço, é diferente. Esse lugar vai mudando e vai mantendo apenas algumas constantes inevitáveis: céu azul, amigos, verde, parvoíces de merda ditas ao desbarato, risos, o amor dele, sorrisos, mãos dadas, olhares, água. E música...
Estou realmente viciada. Aconselho, e por aqui vos deixo a letra, que me parece concordar perfeitamente com tudo o que imagino quando a ouço.

"They were sitting

They were sitting on the strawberry swing

Every moment was so precious

They were sitting
They were talking under strawberry swing
Everybody was for fighting Wouldn't wanna waste a thing

Cold, cold water bring me round
Now my feet won't touch the ground
Cold, cold water what ya say?
When it's such…
It's such a perfect day
It's such a perfect day

I remember
We were walking up to strawberry swing
I can't wait until the morning
Wouldn't wanna change a thing

People moving all the time
Inside a perfectly straight line
Don't you wanna curve away?
When it's such…
It's such a perfect day
It's such a perfect day

Now the sky could be blue
I don't mind
Without you it's a waste of time

Could be blue
I don’t mind
Without you it’s a waste of time

Could be blue,
Could be grey
Without you I’m just miles away

Could be blue
I don’t mind
Without you it’s a waste of time"

segunda-feira, 14 de julho de 2008

É amanhã.







Bem, tecnicamente é já hoje.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

"Qué pasaaa?"



Já não sei dizer-te. Sei que se passará para sempre.

sábado, 28 de junho de 2008

- "I can be whatever you want. Just tell me something you want and I'll be that for you."
- "You're dumb."
- "I can be that."



- "Say it!"
- "Ok, ok, you're a bird."
- "Now say you're a bird too."
- "If you're a bird, I'm a bird."




Sim, ontem estive no sofá a ver (pela milésima vez, provavelmente). E é dos melhores de sempre... Ah, história lamechas e tal. Mas fogo, é o melhor filme lamechas que já vi. Retrata o amor da maneira mais mágica possível, em todos os pequenos pormenores. E é assim que o verdadeiro é. Mágico.




quarta-feira, 25 de junho de 2008

"Porra, se eu vou chumbar a desenho, o que é que eu tou aqui a fazer?!"

"Tás a fazer companhia!"


Há coisas que me fazem chorar de alegria!

domingo, 22 de junho de 2008

Sempre ouvi dizer que é com os erros que se aprende. Que quando fazemos asneira à primeira, acaba por ser bom para na segunda correr melhor.
É tudo muito bonito, é tudo muito tranquilizante e é realmente verdade, digo aqui para quem quiser ouvir. É uma espécie de psicologia, esta, que nos entra devagarinho na cabeça e que vai fazendo mais sentido com o passar dos anos, mesmo que não a vivamos na pele. O mais engraçado desta, diferente de muitas das outras psicologias engraçadas que proliferam por aí, é que faz terrivelmente mais sentido, um sentido quase esmagador, quando passamos a confirmar a situação por experiência.
Especialmente quando não estamos habituados a errar, a primeira vez é um choque. É um pesadelo e não conseguimos acreditar. No entanto, o choque inicial vai dando progressivamente lugar a uma aceitação e a uma percepção de que não foi assim tão mau. E que acabámos por aprender mais com aquilo que fizemos do que com quase tudo de bom que andámos a fazer até aí. Posso dizer por experiência própria que os tempos posteriores a essa realização são provavelmente das melhores épocas da vida de uma pessoa. Depois de ter caído fundo, levantámo-nos e tudo passa a parecer fácil. Passámos a ter calma perante tudo e a conseguir perceber que o que possa correr mal não vai provocar o fim do mundo. Corre tudo como devia! É uma paz interior que se obtem e que é dificil de abalar, porque nos mantém precisamente como se chama: em paz perante o mundo.

A porcaria acontece quando se erra na mesma coisa duas vezes. Seguidas. Essa história de que errar faz com que aprendamos começa a ser uma grande complicação, porque aquilo que nos apercebemos é que afinal não aprendemos nada! Mas porque raio? E a grande questão é que a lógica inicial fez tanto sentido e fez com que tudo corresse tão bem que o problema só podemos ser nós. Ou seja: se as outras pessoas aprenderam e corrigiram, porque é que não fizemos o mesmo? Porque é fizemos merda novamente? Na mesma coisa? Que já sabíamos como funcionava, como precisavamos de fazer?
Acho que o ser humano se habitua demasiado às coisas. Acho que o ser humano se permite a acreditar demasiado nas coisas.

Acho que o ser humano erra, porque se sente melhor depois de o fazer do que quando faz as coisas bem.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Em dias como o de hoje é-me inevitável dizê-lo:

Falta. Necessidade, carência, penúria, aperto, privação, dor... E que dor!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

"O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir."


Miguel Esteves Cardoso

quinta-feira, 12 de junho de 2008

quarta-feira, 11 de junho de 2008

E é isto que ajuda as horas passar:

http://www.myspace.com/kumpaniaalgazarra


:D

terça-feira, 10 de junho de 2008

Diga-se que desta vez estou mesmo satisfeita comigo mesma. Depois do tortuoso processo de aceitação do chumbo e de novo esforço no mesmo ano, e apesar de nem sequer ter terminado completamente a lista de rigorosos para entrega final, nada me podia ter deixado mais realizada do que ouvir o Nelsito a dizer que estava tudo tão perfeitinho, de tal modo que me devia apenas preocupar com os desenhos em falta se tivesse tempo para isso.

Porra, há contratempos e posso estar esgotada de todo, mas o que faço, faço bem! \m/

quarta-feira, 4 de junho de 2008

"Dá para perceber esta cabeça? Não!

É aí que reside o meu problema!"

terça-feira, 3 de junho de 2008

A última coisa que quis foi magoar-te.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

É complicado quando não sei o porquê de uma contínua insatisfação.




E é mais complicado quando sei qual o motivo da insatisfação que sinto e sei que já me devia ter habituado.

sábado, 10 de maio de 2008

"- Estes chineses... Já reparaste, tipo, que não se vê campas nenhumas?
- Pois não, man! Vão todos lá pra terra deles!
- Vão mas é todos parar ao chao min!"


...

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Ganda semana, é o que tenho a dizer! E de um dia dessa ganda semana, passo a publicidade:

sábado, 3 de maio de 2008






I need you more than anything in my life

I want you more than anything in my life
I'll miss you more than anyone in my life
I love you more than anyone in my life





sexta-feira, 2 de maio de 2008






Organizei o remorso, não encontrei absolutamente nada.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Tinha passado à volta de meia hora desde que eu chegara à terrinha quando saí para ir buscar o carro. E ao passar, como tantas vezes passei em anos anteriores, em frente a um quintal simples, de um conhecido vizinho, ouvi uma coisa que não ouvia há muito tempo, muito tempo mesmo, dadas as minhas estadias prolongadas fora da cidade e as anteriores passagens por ela, nocturnas, sempre fugazes: o insuportavelmente irritante cão desse vizinho a ladrar a todos os seus pulmões de uma maneira desesperadamente patética e a tentar chegar ao cimo do muro que não consegue saltar, desde que apareci à frente dele até um considerável tempo depois de desaparecer do seu imensurável campo de visão.


Senti-me em casa.

terça-feira, 15 de abril de 2008

Fiquei nervosa.


Depois fico sempre mais nervosa por estar nervosa quando sei que já não o devo estar e ainda mais nervosa por ser parva para as pessoas quando estou nervosa.

quarta-feira, 9 de abril de 2008


"Adeus. Gosto muito de ti. Obrigado por me apoiares nas coisas que apoiaste."

Era o que te queria ter dito.

terça-feira, 8 de abril de 2008

Trivial Pursuit

E não é que descobri ontem que, enquanto o presunto aqui em Portugal é feito de carne de porco, na Rússia é feito de carne de urso?

Eles devem achar realmente estranho nós fazermos presunto a partir de carne de porco.

domingo, 6 de abril de 2008

"I am feeling very warm right now
Please don't disappear
I am spacing out with you
You are the most beautiful entity that I've ever dreamed of

At night I will protect you in your dreams
I will be your angel
You worry so much about not having enough time together
It makes no difference to me
I would be happy with just one minute in your arms
Let's have an extended play together
You're telling me that we live to far to love each other
But your love can stretch further than you and I can see
So how does it make you feel?

How does it make you feel?
How does it make you feel?
How does it make you feel?
How does it make you feel?

Do you know when you look at me
It is a salvation
I've been waiting for you so long
I can drive on that road forever
I wish you could exist to live on my planet
Well it's very hard for me to say these things in your presence
So how does this make you feel?

How does it make you feel?
How does it make you feel?
How does it make you feel?
How does it make you feel?

So how does this make you feel?
Well,I really think you should quit smoking"