sábado, 26 de julho de 2008

Won't save me? (demorei muito mais tempo que o habitual para escrever esta simples frase)

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Bem, mas estranho seria falar desse novo colanço meu sem referir as outras aventuras filmográficas em que me tenho empenhado, dado a ausência de certas pessoas pela cidade e o calor exagerado para andar por aí na rua sem água por perto. De domingo para cá tenho actualizado o meu conhecimento nessa área, com:

"Closer" - sim, sim, deu na televisão no domingo à noite, na bela da sic. E eu gostei mesmo. Bons actores, sem dúvida (e actores bonnnssssss...). Fiquei vidrada na frieza, naturalidade e frontalidade dos diálogos. E o fim... Oh, o fim...


"Innocence" - um filme comprado porque era mais baratinho e tinha uma capa interessante. No mínimo estranho. Não sei bem o que dizer, é sobre um internato de raparigas bastante misterioso, no meio do nada e com regras muito rígidas. Do príncipio ao fim um ambiente complicado de descrever, poderia dizer de algum modo mórbido... E depois, pelo menos para mim, perguntas que ficaram por responder. Aquilo que se parece ir tornando muito complicado acaba por se revelar demasiado simples para o que parecia... Portanto, um filme que me inquietou e que me deixou vontade de ver outra vez!


"Death Proof" - ontem, e sim, merece um lugar destacado no post anterior!

E para hoje?

"Alpha Dog"

DEATH PROOF

Como é que é possível só ter visto este filme agora? Admito a falta, sim senhor, mas ainda não tinha tido mesmo a oportunidade.




Death Proof: hoje, em casa de uma amiga, com outra amiga, com calor, às escuras e em ambiente descarado, estúpido e desbocado. Ahahahah, como é bom. E como foi bom o filme. Digo aqui que amei e entrou directamente para a lista dos meus filmes preferidos.

domingo, 20 de julho de 2008

"If you love me
Why'd you let me go?"
"If you love me
Won't you let me know?"

Fanfarraaaaaa

Confesso que este ano o Tom de Festa não foi propriamente aquilo que eu estava à espera. Não por causa dos nomes serem conhecidos ou não conhecidos, dado que nos anos anteriores sempre assim foi, o cartaz nem sempre via a sua qualidade imensa reflectida no facto de serem nomes que toda gente conhecesse. No entanto este ano não consegui ver, no geral, a folia que esperava ver. Pensei ser defeito meu, mas pelo menos várias pessoas cuja opinião levo em consideração disseram-me o mesmo.
De qualquer maneira, não iniciei este post com tenções de demonstrar a minha desilusão, mas sim de elogiar um dos concertos do festival. Na quinta-feira tive o privilégio de assistir a um concerto que penso ter concentrado em si mesmo toda essa folia que eu esperava ver. A Fanfarra Káustica animou o recinto nos intervalos dos outros concertos desse dia e teve o seu próprio espaço como "atracção" final. Não há muitas palavras para descrever a euforia que se vive num concerto assim, com pouco espaço, já tardio e onde toda gente se conhece, mesmo que não conheça. A partir de uma certa altura, o recinto já só se iluminava com pouquíssimos focos, as pessoas tinham começado a desaparecer e restavam apenas aqueles que deixavam os seus corpos (e mentes) levar-se pelo ritmo indescritível da Fanfarra. E no meio de gritos de amigos, meus e da Fanfarra, da Fanfarra e de todos os outros, e com o ambiente que esses factores foram criando, senti-me mesmo como alguém privilegiado de estar ali, de assistir àquele espectáculo que poucas pessoas estavam a presenciar, de sentir aquele ambiente de despreocupação e de dança, simplesmente. Estão a ver aquela sensação que se tem quando se está nalgum sítio a ver alguma coisa e se sente que tivemos sorte em estar ali naquele momento para poder sentir aquilo mesmo? Nessas alturas não tenho grandes problemas na vida.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Confesso que no que toca a Coldplay, sempre fui um bocado céptica. Quer dizer, admiro imenso a banda e sempre que se fala de tal, elogio de todas as maneiras. Suspiro cada vez que vejo o Chris Martin cantar (quando aparece calado também suspiro). Acho que os contínuos grandes êxitos que vão lançando merecem realmente ser "êxitos", dado (na minha opinião, claro) conseguirem manter um nível de qualidade que na grande maioria das bandas deixa de ser importante quando estão naquele patamar de sucesso e reconhecimento que todos sabemos. O que interessa é facturar. Pois Coldplay para mim está nesse patamar e no entanto faz coisas bonitas.
Apesar disso, raramente ouço, porque acabo sempre a dizer que não tenho paciência. Podem-me ouvir dizer que "Clocks" é um grande, grande tema, mas raramente o ouvi até ao fim. São coisas. E esse ainda é um tema de há anos e anos atrás. Pelo que pensei, ao ouvir tantas referências ao lançamento do novo álbum "Viva la vida and death and all his friends", que fosse qual fosse o novo grande tema, eu iria provavelmente ouvi-lo no máximo duas vezes. E ainda cheguei a temer essa perda de qualidade, em vista de tanto falatório que por aí houve.
No entanto, e ainda mal ouvi o álbum inteiro, já descobri uma música que vai ficar. Que já ouvi bem mais de duas vezes num espaço de tempo bastante curto. Chama-se "Strawberry swing" e os primeiros segundos transportam-me imediatamente para o lugar mais pacífico do mundo, que de cada vez que a ouço, é diferente. Esse lugar vai mudando e vai mantendo apenas algumas constantes inevitáveis: céu azul, amigos, verde, parvoíces de merda ditas ao desbarato, risos, o amor dele, sorrisos, mãos dadas, olhares, água. E música...
Estou realmente viciada. Aconselho, e por aqui vos deixo a letra, que me parece concordar perfeitamente com tudo o que imagino quando a ouço.

"They were sitting

They were sitting on the strawberry swing

Every moment was so precious

They were sitting
They were talking under strawberry swing
Everybody was for fighting Wouldn't wanna waste a thing

Cold, cold water bring me round
Now my feet won't touch the ground
Cold, cold water what ya say?
When it's such…
It's such a perfect day
It's such a perfect day

I remember
We were walking up to strawberry swing
I can't wait until the morning
Wouldn't wanna change a thing

People moving all the time
Inside a perfectly straight line
Don't you wanna curve away?
When it's such…
It's such a perfect day
It's such a perfect day

Now the sky could be blue
I don't mind
Without you it's a waste of time

Could be blue
I don’t mind
Without you it’s a waste of time

Could be blue,
Could be grey
Without you I’m just miles away

Could be blue
I don’t mind
Without you it’s a waste of time"

segunda-feira, 14 de julho de 2008

É amanhã.







Bem, tecnicamente é já hoje.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

"Qué pasaaa?"



Já não sei dizer-te. Sei que se passará para sempre.