sábado, 28 de junho de 2008

- "I can be whatever you want. Just tell me something you want and I'll be that for you."
- "You're dumb."
- "I can be that."



- "Say it!"
- "Ok, ok, you're a bird."
- "Now say you're a bird too."
- "If you're a bird, I'm a bird."




Sim, ontem estive no sofá a ver (pela milésima vez, provavelmente). E é dos melhores de sempre... Ah, história lamechas e tal. Mas fogo, é o melhor filme lamechas que já vi. Retrata o amor da maneira mais mágica possível, em todos os pequenos pormenores. E é assim que o verdadeiro é. Mágico.




quarta-feira, 25 de junho de 2008

"Porra, se eu vou chumbar a desenho, o que é que eu tou aqui a fazer?!"

"Tás a fazer companhia!"


Há coisas que me fazem chorar de alegria!

domingo, 22 de junho de 2008

Sempre ouvi dizer que é com os erros que se aprende. Que quando fazemos asneira à primeira, acaba por ser bom para na segunda correr melhor.
É tudo muito bonito, é tudo muito tranquilizante e é realmente verdade, digo aqui para quem quiser ouvir. É uma espécie de psicologia, esta, que nos entra devagarinho na cabeça e que vai fazendo mais sentido com o passar dos anos, mesmo que não a vivamos na pele. O mais engraçado desta, diferente de muitas das outras psicologias engraçadas que proliferam por aí, é que faz terrivelmente mais sentido, um sentido quase esmagador, quando passamos a confirmar a situação por experiência.
Especialmente quando não estamos habituados a errar, a primeira vez é um choque. É um pesadelo e não conseguimos acreditar. No entanto, o choque inicial vai dando progressivamente lugar a uma aceitação e a uma percepção de que não foi assim tão mau. E que acabámos por aprender mais com aquilo que fizemos do que com quase tudo de bom que andámos a fazer até aí. Posso dizer por experiência própria que os tempos posteriores a essa realização são provavelmente das melhores épocas da vida de uma pessoa. Depois de ter caído fundo, levantámo-nos e tudo passa a parecer fácil. Passámos a ter calma perante tudo e a conseguir perceber que o que possa correr mal não vai provocar o fim do mundo. Corre tudo como devia! É uma paz interior que se obtem e que é dificil de abalar, porque nos mantém precisamente como se chama: em paz perante o mundo.

A porcaria acontece quando se erra na mesma coisa duas vezes. Seguidas. Essa história de que errar faz com que aprendamos começa a ser uma grande complicação, porque aquilo que nos apercebemos é que afinal não aprendemos nada! Mas porque raio? E a grande questão é que a lógica inicial fez tanto sentido e fez com que tudo corresse tão bem que o problema só podemos ser nós. Ou seja: se as outras pessoas aprenderam e corrigiram, porque é que não fizemos o mesmo? Porque é fizemos merda novamente? Na mesma coisa? Que já sabíamos como funcionava, como precisavamos de fazer?
Acho que o ser humano se habitua demasiado às coisas. Acho que o ser humano se permite a acreditar demasiado nas coisas.

Acho que o ser humano erra, porque se sente melhor depois de o fazer do que quando faz as coisas bem.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Em dias como o de hoje é-me inevitável dizê-lo:

Falta. Necessidade, carência, penúria, aperto, privação, dor... E que dor!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

"O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem.
Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz.
Não se pode ceder. Não se pode resistir."


Miguel Esteves Cardoso

quinta-feira, 12 de junho de 2008

quarta-feira, 11 de junho de 2008

E é isto que ajuda as horas passar:

http://www.myspace.com/kumpaniaalgazarra


:D

terça-feira, 10 de junho de 2008

Diga-se que desta vez estou mesmo satisfeita comigo mesma. Depois do tortuoso processo de aceitação do chumbo e de novo esforço no mesmo ano, e apesar de nem sequer ter terminado completamente a lista de rigorosos para entrega final, nada me podia ter deixado mais realizada do que ouvir o Nelsito a dizer que estava tudo tão perfeitinho, de tal modo que me devia apenas preocupar com os desenhos em falta se tivesse tempo para isso.

Porra, há contratempos e posso estar esgotada de todo, mas o que faço, faço bem! \m/

quarta-feira, 4 de junho de 2008

"Dá para perceber esta cabeça? Não!

É aí que reside o meu problema!"

terça-feira, 3 de junho de 2008

A última coisa que quis foi magoar-te.